segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A fala de Rozan sobre a taxa de iluminação pública

Olá! Elizeu,

Li um comentário no seu blog sobre CIP, alguém questionando sobre o valor, e sobre quem havia sancionado se eu ou Núbia. Primeiramente tentamos fazer um valor com justiça social: quem paga muita luz pagaria a maior fatia da iluminação pública. Q uem paga pouco, pagaria a menor e a baixa renda ficaria isenta. Tanto que as reclamações foram muito pequenas, pouquíssimas pessoas se queixam da nossa CIP. Porém, a elite, como sempre, não gosta de pagar. Pressionaram alguns vereadores e revisaram a lei, colocando valores iguais para todos. Eu não concordo, mas não vetei esta lei. Foi aprovada e a CIP será revista.

Mas gostaria de lembrar que a CIP é para custear a nossa iluminação. Tivemos um litígio com a Ampla durante anos e nós, com habilidade, conseguimos voltar a pagar as contas da Ampla e voltamos a colocar os prédios públicos com energia elétrica, com exceção do Palácio Anchieta porque a Ampla não cumpriu com o compromisso dela. Hoje quem deve alguma coisa é a Ampla. A Prefeitura esta em dia com as suas contas.

Lembro também que administrar uma cidade não é sair isentando todo mundo de pagar seus impostos, diminuir ao mínimo qualquer pagamento de taxas e sim proporcionar uma melhor qualidade de vida ao cidadão e isso não se constrói da noite para o dia.

Então, gostaria de responder para o anônimo, que lançamos a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) para esse tipo de reclamação, dúvida ou elogio, agora o cidadão pode se comunicar direto com a Prefeitura, através dos telefones atual 2633 2101 e em breve 0800 021 2914.

Um forte abraço. Rozan



E Paulo Feijó dançou

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) divulgou a pouco o resultado da retotalização dos votos para deputado federal determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o resultado não foi nada bom para o PR, que perdeu uma cadeira: sai Paulo Feijó e entra Cristiano José Rodrigues de Souza (PTdoB).

A situação poderá ficar ainda pior para o PR se o TSE suspender nessa terça-feira a liminar que permitiu que o ex-governador Anthony Garotinho. Se isso acontecer a legenda fica com menos três deputados.


Fique esperto, Dinho

Para quem pretende ser prefeito de Magé um dia, Anderson Cozzolino, o Dinho, está precisando se cercar de bons assessores, observar mais as leis e aprender ter mais respeito pelas instituições. Antes de qualquer coisa ele precisa deixar de dar crédito aos que vivem lhe dizendo: “Fique tranqüilo, isso não vai dar em nada!” Vai dar sim, Dinho. A Justiça é a Justiça e o braço dela é longo.

Falo isso porque o Ministério Público abriu procedimento investigativo para apurar como se deu a reeleição – antecipada em mais de um ano – de Dinho a presidência da Câmara de Vereadores. Pedido de informações a respeito já foi encaminhado à Casa e nenhuma resposta foi dada até agora. Estão brincando com fogo.

Aquela operação de busca decretada pela Justiça que resultou na apreensão da carta-renúncia de Núbia e de outros documentos só aconteceu porque o presidente da Câmara não atentou-se para a lei e, orientado por um desses aspones que vivem dizendo “isso não vai dar em nada”, quis impedir um vereador de exercer o direito de questionar. Deu no que deu e o presidente está com um pepinaço na Justiça por causa disso.

O fato é que a anulação da reeleição de Dinho à presidência do Legislativo mageense é muito fácil de acontecer, mas ele não acredita nisso, assim como crê que será prefeito se Rozan Gomes renunciar o mandato a partir de janeiro. Presidente, assessor é para dizer a verdade. Os que concordam com tudo só querem bajular o patrão para não perder a boca. Tome muito cuidado como esse negócio de que “isso não vai dar em nada”, porque dá e quando isso acontece não tem aspone que resolva. Aliás, os aspones nunca resolvem nada mesmo, pois passam o tempo dizendo “sim, senhor” para não correrem o risco de contrariar o chefe.


sábado, 11 de dezembro de 2010

Depois não reclamem

O verão bate à porta e com ele - como se repete há anos- a ameaça de surto de dengue, uma doença que deveria está erradicada há muito tempo, mas nos atormenta por nossa própria culpa. O aedes aegypti prolifera porque lhe damos todas as condições de sobrevivência. Deixamos reservatórios de água abertos, insistimos com plantas aquáticas enfeitando nossas varandas, adoramos juntar no quintal aquelas quinquilharias que ajudam acumular água e ainda nos achamos do direito de dificultar as coisas para o agente de saúde que tenta entrar em nossas casas para aplicar o larbicida que vai dar fim ao mosquito transmissor desse mal que já matou milhares de pessoas pelo Brasil a fora.

Os agentes de endemia vêm sendo barrados por muita gente. Isso acontece com frequencia nos condomínios e nos bairros de classe média, onde, se supõe, moram os mais esclarecidos. Gente, a ameaça está no mosquito que criamos em casa e não no agente de saúde. Deixe esse profissional entrar em sua casa, receba-o bem, pois ele está lhe trazendo a prevenção.