quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O jogo sujo dos fracassados


O jogo sujo começou a ganhar as ruas de Magé é a tática dos desesperados, dos que sabem que o bonde da história passou e eles ficaram a pé. É o jeito mesquinho de fazer política, usando dos meios mais desprezíveis. Ontem veio parar em minhas mãos um exemplar de um ‘jornal” com essas características. A narrativa grotesca e os ataques verbais mostram um ódio terrível. Gente, por que destilar tanto veneno? Atacam quem vê pela frente, quando deveriam atacar a si mesmos, pois o buraco em que  se encontram foi cavado por eles próprios. As besteiras que os derrubou não foram feitas por mim nem por aqueles contra os quais disparam suas setas venenosas. O “jornal” é assinado por um velho serviçal, um pobre coitado que depende das migalhas que caem das mesas dos mais abastados.
O trabalho sujo tem endereço certo. Aponta para quem tenta por Magé no prumo, contra quem trabalha duro para consertar as asneiras que os “donos” da cidade fizeram. Esse jogo sujo tem um só propósito, beneficiar – se é que o mal pode ser benéfico a alguém – a candidatura a prefeito do vereador de Duque de Caxias, Ricardo Correa de Barros, o Ricardo da Karol, que aliás, pagou um mico e tanto no último sábado, ao parar em frente a uma unidade de saúde e bradar que estava faltando vacina. O cara é tão desinformado que não sabe que a vacinação que ocorre no momento, não é uma campanha de um único dia, é feita por agendamento e a cada dia é atendido um número X de crianças.
Os serviçais dos “donos” de Magé desconhecem o jogo limpo e ignoram a palavra verdade. Usam da mentira como matéria prima. Gritam, esbravejam por não saberem o significado da palavra diálogo. O “jornal” que vi ontem, percebo, diz como será a campanha dos opositores ao resgate do município: será na base do vale tudo, da mentira, do ataque a honra e outras baixarias. Tem sobrado até para mim que não disputo nenhum cargo eletivo, mas fazer o que? Como não podem me acusar de nada os serviçais dos “donos” de Magé ficam tentando me “comprometer” divulgando que sou ligado ao governo municipal. Coitados, isso só me honra, me enaltece. O que me diminuiria era ser apontado como um deles. Que venham as baixarias, pois o povo de Magé já aprendeu a lição.

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