domingo, 22 de janeiro de 2012

E as casas, prefeito?

Paralisação de obras prejudica 7,5 mil famílias em Resende

Enquanto mais de dez mil pessoas esperam na fila do programa “Minha casa, minha vida” para garantir um lar em Resende, 7.500 famílias esperam a promessa pela reforma de suas casas desde 2009 nos bairros Itapuca, Morada da Felicidade e Baixada Olaria. As obras paralisadas fazem parte do Programa Federal de Aceleração do Crescimento (PAC), do Ministério das Cidades em parceria com a Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro, CEHAB e Prefeitura de Resende. Pelo menos, isso é o que dizia nas placas que estavam na entrada dos bairros e que foram arrancadas após tanto tempo de abandono.
Segundo o vice-presidente da Associação de Moradores dos bairros Itapuca, Morada da Felicidade e Baixada Olaria, Paulo César da Costa, são 202 moradias que foram cadastradas para receber as melhorias pelo programa e que já foram reivindicadas na prefeitura. “Os moradores reclamam muito porque muitas casas estão com rachaduras e quando chove molham todas, além de correr risco de morte. Nós da associação procuramos o senhor Natalino de Abreu, em 2009, atual secretário de Habitação, ele informou que as casas não estavam preparadas para receber a reforma, que tinha que fazer uma nova avaliação e reforma na estrutura das casas. Mas não informou quem iria fazer e nem o prazo de quando iam fazer a obra. Enquanto isso estamos aguardando a solução do problema”, declarou.
De acordo com a associação, o planejamento da obra foi realizado no governo passado, através de Secretaria de Desenvolvimento Urbano, que previa a construção de 15 unidades habitacionais, reforma de 202 casas e asfaltamento de 28 ruas dos bairros envolvidos, no valor de R$ 6. 667.151, 17.  A obra foi iniciada em agosto de 2009, pela empresa Tecnosolo Engenharia S/A, que parou as obras e não deu explicações sobre a interrupção.

3 comentários:

Neilson Fares disse...

Bom dia, Elizeu. É que nossa cidade parou com o governo Rechuan.

Anônimo disse...

Elizeu, ninguiém explica nada sobre esse caso.

Anônimo disse...

Para o prefeito José Rechuan a situaçao dessas famílias não é importante.